Governança Corporativa

O Grupo Rendimento, por meio da Alta Administração, está constantemente aprimorando a maneira de conduzir seus negócios, de forma a manter o compromisso institucional e social, em observância aos mais altos padrões de ética, respeito, transparência e profissionalismo.

O comprometimento do Grupo Rendimento com os valores acima ressaltados é materializado por meio das políticas de negócios, monitoradas e gerenciadas na Área de Controle de Risco e Compliance, representando assim o complexo da estrutura de Governança Corporativa.

Política de Prevenção à Lavagem de Dinheiro e CFT
Controles Internos e Gestão de Riscos

Controles Internos e Gestão de Riscos

O que significa Compliance?

Compliance é o ato de cumprir, de estar em conformidade e poder, de forma independente, executar e se fazer cumprir as leis, regulamentações, autorregulações, normas internas, políticas e procedimentos, visando mitigar os riscos inerentes às atividades da Instituição.

O Grupo Rendimento possui políticas e metodologias corporativas, devidamente definidas e incorporadas à infraestrutura de Compliance, em conformidade à Resolução CMN 4.595/17, associadas à Gestão de Riscos, visando o fortalecimento desse arcabouço – como pilar efetivo da governança -, bem como a criação de um ambiente de controle em todo o Grupo, de ser e estar “Compliance”.

São objetivos da Área Gestão de Riscos e Compliance:

  • Assegurar a conformidade da instituição aos requerimentos e diretrizes legais/regulatórios;
  • Mitigar os riscos de Compliance;
  • Adotar mecanismos eficientes de controles internos e de melhorias nas políticas, processos e sistemas;
  • Gerenciar as atividades dos Riscos Operacional, Mercado, Liquidez e Crédito;
  • Prestar esclarecimentos aos colaboradores em relação aos assuntos regulatórios e promover continuamente a cultura de Riscos e de Compliance na Organização;
  • Dar suporte às áreas de negócios, nas questões relativas à adequação da instituição aos mais elevados padrões de Compliance;
  • Efetuar e aplicar, através da Área de Ouvidoria, a gestão do conflito de interesses, bem como modelos de segregação de funções e da movimentação de informações sensíveis, internas e de terceiros, na instituição, para prevenir sobre o uso abusivo de informações privilegiadas;
  • Estabelecer mecanismos e políticas de segurança capazes de preservar dados sensíveis relativos aos negócios realizados no Grupo;
  • Atuar como instrumentos de controle e mitigação, com a adoção das melhores práticas, as quais possibilitem segurança quanto à continuidade dos negócios no Grupo;
  • Prover práticas relativas à política de proteção de dados em aderência à respectiva Lei;
  • Evitar práticas que possam afetar ou prejudicar a imagem do Banco, por meio de conduta indevida, decorrente do desconhecimento ou não entendimento das regulamentações e leis vigentes;
  • Disseminar junto aos membros da Diretoria, colaboradores e parceiros o entendimento das políticas de Ética, idoneidade e de Compliance que norteiam as atividades desta Instituição.

Ainda neste contexto, detalhamos na sequência um breve relato do Gerenciamento dos Riscos, Compliance e Prevenção à lavagem de Dinheiro e Combate ao Financiamento do Terrorismo, efetuados pelo Banco Rendimento e empresas do Grupo para conhecimento, inclusive dos nossos colaboradores.

Objetivos do Departamento de Prevenção à Lavagem de Dinheiro:

Em atendimento à Circular 3.978, publicada pelo Banco Central do Brasil em 01.10.20, o Grupo Rendimento aplica seus melhores esforços, na prevenção e combate à lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo, de forma que os controles possam assegurar que suas atividades sejam conduzidas em ambientes sadios.

Controles Internos, Riscos e Governança Corporativa

O Grupo Rendimento mantém uma estrutura de Governança Corporativa, Controles Internos e Riscos, abrangendo as Áreas de Compliance & Governança, Auditoria Interna, Risco Operacional, Mercado, Liquidez, Crédito e procedimentos de Prevenção a Crimes de Lavagem de Dinheiro em observância às exigências do Banco central do Brasil.

A estrutura de Controles Internos em aderência à Resolução 2.554/98, do CMN, se associa às áreas de Riscos, Compliance e Governança, Segurança da Informação, Auditoria Interna, Ouvidoria e TI, as quais também se encontram alinhadas aos respectivos normativos, com reporte direto à Alta Administração, a fim de proporcionar maior eficácia e eficiência nas ações preventivas e prudenciais.

A gestão integrada de riscos no Grupo Rendimento obedece aos dispositivos da Resolução CMN 4.557/17 e dispõe de estrutura própria, independente e segregada das áreas comprometidas com resultados, onde envolve um conjunto integrado de controles e ações internas, visando mitigar possíveis perdas em crédito e nas demais operações, bem como descasamento de prazos e em moedas nas suas operações e demais fatores decorrentes de gestão de liquidez.

Esse instrumento de gestão é essencial para a otimização do uso do capital e para a seleção das melhores oportunidades de negócios, bem como para obtenção da melhor relação Risco x Retorno aos seus acionistas.

Periodicamente são realizadas reuniões, por meio de fóruns internos específicos, responsáveis pela divulgação das políticas gerais, visando maior eficiência da gestão e avaliação consolidada dos riscos.

A gestão operacional de riscos é realizada através das políticas específicas, implantadas na Áreas de, onde são definidos os parâmetros a serem seguidos pelas áreas de negócios, suporte e controle, os quais são monitorados de forma independente.

I – Risco de Mercado 

É o risco associado à probabilidade de que a variação no valor de ativos e passivos, causado pelas incertezas acerca das mudanças nos preços e taxas de mercado, gere perdas para a instituição.

A estrutura para gerenciamento de risco de mercado é responsável pela execução das atividades diárias de mensuração, avaliação e reporte das exposições em operações cujas posições se mostrem sensíveis às variações das taxas de juros e de moeda estrangeira.

O processo de controle de risco de mercado é de responsabilidade da Área de Riscos e tem início com a definição dos limites estabelecidos em métricas de apetite a riscos, com base em políticas definidas e aprovadas pela Alta Administração e atendimento ao órgão regulador.

O modelo de gestão e controle de risco de mercado é submetido a revisões periódicas, com objetivo de manter-se alinhado às boas práticas de mercado e aderente aos processos de melhoria contínua no Grupo Rendimento.

Para o monitoramento diário do risco de mercado utilizamos os instrumentos VaR*, testes de estresse, DV01, bem como análises sistemáticas de acompanhamento das variações das posições ativas e passivas com tempestiva informação às áreas envolvidas.

*É uma medida estatística que estima a perda máxima esperada em condições normais de mercado, considerando horizonte de tempo e intervalo de confiança definidos.

II – Risco de Crédito

É a possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento, pelo tomador ou contraparte, de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados.

A gestão de Risco de Crédito no Banco Rendimento tem como objetivo maximizar a relação risco x retorno de seus ativos, com vistas à manutenção da qualidade da carteira de crédito em patamares adequados aos segmentos de mercado em que esteja atuando.

O Banco Rendimento estabelece sua política de crédito com base em fatores internos (critérios de classificação de clientes, análise da evolução da carteira, níveis de inadimplência registrados, taxas de retorno, qualidade da carteira e capital econômico alocado) e externos, relacionados ao ambiente econômico no Brasil e exterior, incluindo taxas de juros, indicadores de inadimplência do mercado, inflação, aumento/redução do consumo.

O processo de tomada de decisões e definição da política de crédito do Banco Rendimento, garante a sincronização das ações de crédito e a otimização das oportunidades de negócios. Para a concessão de crédito, tanto no varejo como no atacado, as decisões são adotadas por meio de alçadas que garantem a detalhada observação do risco das operações.

Como modelo de proteção contra perdas decorrentes de operações de crédito, o Banco Rendimento determina o nível de provisões adequado ao risco incorrido em cada operação, através de análises que levam em consideração os aspectos determinantes do risco de crédito do cliente. Observa-se, para cada operação, a avaliação e classificação do cliente/grupo econômico, classificação da operação e a condição do atraso da operação.

III – Risco Operacional

É definido como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas ou de eventos externos.

A crescente sofisticação do ambiente de negócios bancários e a evolução da tecnologia tornam mais complexos os perfis de risco das organizações, delineados com mais nitidez nesta classe de risco, cujo gerenciamento exige uma estrutura específica, distinta das aplicadas aos riscos de crédito, mercado e liquidez.

Grupo Rendimento definiu uma política de gerenciamento do risco operacional, aprovada pelo Alta Administração, constituída por um conjunto de princípios, procedimentos e instrumentos que proporcionam uma permanente adequação desse gerenciamento à natureza e complexidade dos produtos, serviços, atividades, processos e sistemas.

A estrutura formalizada na política prevê os procedimentos para identificação, avaliação, monitoramento, controle, mitigação e comunicações relacionadas ao risco operacional, e dos papéis e responsabilidades das áreas que participam dessa estrutura.

A estrutura organizacional definida e constituída para gestão do risco operacional está contemplada em normativos internos, segregada nos diversos níveis hierárquicos com a finalidade de descentralizar a gestão e cadastramento das ocorrências, bem como obter, de forma precisa, as informações de possíveis perdas, as quais podem estar evidenciadas em registros contábeis.

IV – Risco de Liquidez

É o risco da instituição não possuir recursos líquidos suficientes para honrar seus compromissos financeiros, em decorrência de descasamento de prazo ou de volume entre os recebimentos e pagamentos previstos.

Em conformidade com a Resolução 4.090/12, do CMN, e como parte dos controles diários, são estabelecidos limites de caixa mínimos e de concentração de passivos, os quais permitem que ações prévias sejam tomadas para garantir um caixa confortável.

Com base nesses controles são observados os fluxos ativos e passivos, por meio de modelo interno, estabelecido em política, que visa identificar o grau de alavancagem de crédito, pelo Patrimônio de Referência, e estabelecer a margem ou insuficiência de liquidez.

V – Estrutura de Gerenciamento de Capital

De acordo com a Resolução 4.557/17, do CMN, o Grupo Rendimento mantém estrutura para avaliação e monitoramento do capital regulamentar necessário para a cobertura de riscos, inclusive, utilizando-se de mecanismos de projeção do índice de Basileia para períodos trienais, com vistas a se prever fontes para
manutenção do nível de capital em patamares confortáveis, acima do mínimo exigido pelas autoridades reguladoras.

Toda a estratégia da organização está registrada no Plano Trienal de Capital aprovado pela diretoria, o qual é submetido a processo anual de revisão.
Para informações adicionais, favor contatar as Áreas de Gestão de Riscos ou Compliance & Governança do Grupo Rendimento.

Endereço:

Avenida das Nações Unidas, 8.501 – 10º andar
São Paulo – SP – CEP: 05425-070

Diretoria de Riscos