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Como trabalhar nos Estados Unidos?

31 de janeiro de 2023

Mercado aquecido

Muito se fala da área de tecnologia, mas saiba que esse não é o único setor em busca de profissionais. Há uma alta demanda por especialistas formados na área da saúde, como médicos, fisioterapeutas e enfermeiros. Assim como engenheiros na área de óleo e gás e pilotos de avião.

Trabalhar nos Estados Unidos sempre foi o sonho de muitos brasileiros e, com a oferta crescente de bons empregos, chegou a sua hora.

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Falar inglês é necessário?

Muitas profissões pedem apenas um inglês básico. Mas para quem deseja uma carreira de sucesso, e em cargos técnicos ou com formação acadêmica, a língua inglesa é fundamental.

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Qual o visto mais indicado para trabalhar nos Estados Unidos?

Existem dois tipos de visto para trabalho:

– Não Imigrante (Nonimmigrant Visa): para pessoas estrangeiras que desejam entrar nos Estados Unidos para trabalhar por um período fixo e que não são consideradas residentes permanentes ou indefinidos.

 – Imigrante (Immigrant Visa): para residência permanente de quem vai residir e trabalhar por tempo indeterminado.

É o empregador em potencial que apresenta a petição aos Serviços de Cidadania e Imigração dos EUA (USCIS) e, somente com a petição aprovada pelo governo, será possível solicitar o visto no consulado dos EUA.

Categorias temporárias:  

H-1B: Ocupação especial. Necessário diploma de ensino superior, ou equivalente, e ser capaz de aplicar teoria e prática.

H-2A: Trabalhador agrícola temporário. Específico para a mão de obra na agricultura nos Estados Unidos.

H-2B: Trabalhador não agrícola temporário. O empregador deve comprovar a necessidade sazonal, um pico de necessidade de mão de obra ou uma solução intermitente.

H-3: Trainee ou visitante de educação especial. Para estrangeiros que receberão treinamento profissional nos Estados Unidos ou que participarão de programas de treinamento prático na área da educação de crianças com deficiências mentais, físicas ou emocionais.

L: Transferência intercompanhia (L-1A para função de gerência ou executiva ou L-1B para posição que requeira conhecimento especializado).

O-1A: Habilidade extraordinária nas áreas de ciências, educação, negócios ou esportes (não inclui artes, cinema ou televisão).

O-1B: Habilidade extraordinária em artes ou realizações extraordinárias na indústria do cinema ou da televisão.

O Green Card, autorização permanente, pode ser adquirido se você trabalha há muitos anos em uma empresa norte-americana, se você se casar com um cidadão norte-americano ou tiver um parente que é cidadão norte-americano. Ou, ainda, se você tiver dinheiro para investir no país, abrir empresas e fomentar a economia local.

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Ter um diploma é o suficiente para trabalhar nos Estados Unidos?

Não basta traduzir o diploma e o histórico universitário para exercer a sua profissão no exterior. Existe todo um processo de revalidação do diploma e, em alguns casos, o profissional vai ter que cursar mais alguns anos de faculdade no país até estar apto.

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Como são as regras de trabalho nos Estados Unidos?

Assim como em relação ao valor de salário, não há uma lei federal que regulamente os benefícios, isto é combinado diretamente entre empregador e funcionário. O que existe é o valor mínimo por hora trabalhada, que varia de estado para estado: a maioria das empresas concede planos médicos, não existe 13º salário, o tempo de férias em geral não ultrapassa duas semanas e demissões podem ser feitas sem aviso prévio. Não é recolhido FGTS e os impostos são menores.

A jornada de trabalho semanal é de até 40 horas, e quem excede esse limite recebe 150% do valor da hora normal.

Gostei, quero ir!

Antes de tudo, invista no inglês. Além de facilitar a comunicação, você também sai na frente de quem está no páreo, mas não domina a língua. Elabore um currículo conforme os padrões norte-americanos.

E se você ainda não possui uma qualificação, comece por empregos menores na sua área (desde que isso atenda aos seus objetivos e você esteja a par dos riscos envolvidos). Não há problemas em começar em setores como serviços domésticos, turismo e construção civil.

Crie um perfil em inglês no LinkedIn, que é muito utilizado por empresas dos Estados Unidos para prospectar candidatos.

Saiba que será necessário um ganho mínimo. É possível viver no país ganhando uma média de US$ 1 mil a US$ 2 mil por pessoa.

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