Banco Rendimento

Controles Internos e Gestão de Riscos



O Grupo Rendimento, através da Alta Administração, está constantemente aprimorando a maneira de conduzir seus negócios, de forma a manter o compromisso institucional e social, em observância aos mais altos padrões de ética, respeito, transparência e profissionalismo. 

O comprometimento do Grupo Rendimento com os valores acima ressaltados é materializado através das políticas de negócios, monitoradas e gerenciadas na Área de Controle de Risco e Compliance, representando assim o complexo da estrutura de Governança Corporativa.

O que significa Compliance? 

Compliance é o ato de cumprir, de estar em conformidade e poder, de forma independente, executar e se fazer cumprir as leis, regulamentações, autorregulações, normas internas, políticas e procedimentos, visando mitigar os riscos inerentes às atividades da Instituição. 

O Grupo Rendimento possui políticas e metodologias devidamente definidas e incorporadas à infraestrutura de gestão de riscos, visando o fortalecimento desse arcabouço como pilar efetivo da governança corporativa, bem como a criação de um ambiente, em todo o Grupo, de ser e estar “Compliance”.

São objetivos da Área Gestão de Riscos e Compliance: 

• Assegurar a conformidade da instituição aos requerimentos e diretrizes legais/regulatórios;
• Mitigar os chamados riscos de Compliance;
• Adotar mecanismos eficientes de controles internos e de melhorias nas políticas, processos e sistemas; 
• Gerenciar as atividades dos Riscos Operacional, Mercado, Liquidez e Crédito;
• Prestar esclarecimentos aos colaboradores em relação aos assuntos regulatórios e promover continuamente a cultura de Compliance;
• Dar suporte às áreas de negócios, nas questões relativas à adequação da instituição aos mais elevados padrões;
• Efetuar e aplicar a gestão do conflito de interesses, da segregação de funções e da movimentação de informações sensíveis, internas e de terceiros, na instituição, para prevenir sobre o uso abusivo de informações privilegiadas, através da criação de áreas de confidencialidade;
• Evitar práticas que possam afetar ou prejudicar a imagem do Banco, através de conduta indevida, decorrente do desconhecimento ou não entendimento das regulamentações e leis vigentes;
• Disseminar junto aos membros da Diretoria, colaboradores e parceiros o entendimento das políticas de Ética, idoneidade e de Compliance que norteiam as atividades desta Instituição. 

Ainda neste contexto, detalhamos na sequência um breve relato do Gerenciamento dos Riscos, Compliance e Prevenção à lavagem de Dinheiro e Combate ao Financiamento do Terrorismo, efetuados pelo Banco Rendimento e empresas do Grupo para conhecimento, inclusive dos nossos colaboradores.

Objetivos do Departamento de Prevenção à Lavagem de Dinheiro: 

Em atendimento às Circulares 3.461 e 3.654, publicadas pelo Banco Central do Brasil em 24.07.09 e 27.03.13, respectivamente, o Grupo Rendimento aplica seus melhores esforços, na prevenção e combate à lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo, de forma que os controles assegurem que suas atividades sejam conduzidas em ambientes sadios. 

Controles Internos, Riscos e Governança Corporativa

O Grupo Rendimento mantém uma estrutura de Governança Corporativa, Controles Internos e Riscos, abrangendo as Áreas de Compliance, Auditoria Interna, Risco Operacional, Mercado, Liquidez, Crédito e procedimentos de Prevenção a Crimes de Lavagem de Dinheiro em total aderência às exigências do Banco central do Brasil. 

A estrutura de Controles Internos, em conformidade às exigências da Resolução 2.554/98, do CMN é composta pelas áreas de Compliance, Riscos, Segurança da Informação e Auditoria Interna  e  reporta-se diretamente à  Alta Administração da Organização e, com isso,  há maior  eficácia e eficiência nas  ações preventivas e prudenciais.

A gestão de riscos no Grupo Rendimento obedece aos dispositivos legais e normativos internos, dispondo de estrutura própria, independente e segregada das áreas comprometidas com resultados, onde envolve um conjunto integrado de controles e ações internas, visando mitigar possíveis perdas em crédito, descasamento de prazos e moedas em suas operações e ainda decorrentes de gestão de liquidez.

Esse instrumento de gestão é essencial para a otimização do uso do capital e para a seleção das melhores oportunidades de negócios, bem como para obtenção da melhor relação Risco x Retorno aos seus acionistas. Periodicamente são realizadas reuniões, através de comitês específicos, responsáveis pela divulgação das políticas gerais, visando maior eficiência da gestão e avaliação consolidada dos riscos. 

A gestão operacional de riscos é realizada através das políticas especificas, implantadas pela Área de Riscos e Compliance, onde são definidos os parâmetros a serem seguidos pelas áreas de negócios, os quais são monitorados de forma independente.

I - Risco de Mercado 

É o risco associado à probabilidade de que a variação no valor de ativos e passivos, causado pelas incertezas acerca das mudanças nos preços e taxas de mercado, gere perdas para a instituição. 

Conforme Resolução 3.464/07, do CMN, temos implantada estrutura para gerenciamento de risco de mercado, responsável pela execução das atividades diárias de mensuração, avaliação e reporte as exposições, visando fornecer subsídios para acompanhamento do Comitê de Risco e atendimento ao órgão regulador.

O processo de controle de risco tem início com a definição dos limites, aprovados pelo Comitê de Risco, responsável pela gestão de risco de mercado, com base em políticas definidas e na capacidade financeira de cada empresa do Grupo.

O modelo de gestão e controle de risco de mercado é submetido a revisões periódicas, com objetivo de manter-se alinhado às boas práticas de mercado e aderente aos processos de melhoria contínua no Grupo Rendimento.   

Para o monitoramento diário do risco de mercado utilizamos os instrumentos VaR*, testes de estresse, DV01, bem como análises sistemáticas de acompanhamento das variações das posições ativas e passiva com tempestiva informação às áreas envolvidas.

*É uma medida estatística que estima a perda máxima esperada em condições normais de mercado, considerando horizonte de tempo e intervalo de confiança definidos.

II - Risco de Crédito

É a possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento, pelo tomador ou contraparte, de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados.

A gestão do Banco Rendimento é realizada, em conformidade com a Resolução 3.721, do CMN, e tem como objetivo maximizar a relação risco x retorno de seus ativos, mantendo-se a qualidade da carteira de crédito em patamares adequados aos segmentos de mercado em que esteja atuando. A estratégia é voltada para a criação de valor para seus acionistas em níveis superiores a um valor mínimo de retorno ajustado ao risco.

O Banco Rendimento estabelece sua política de crédito com base em fatores internos (critérios de classificação de clientes, análise da evolução da carteira, níveis de inadimplência registrados, taxas de retorno, qualidade da carteira e capital econômico alocado) e externos, relacionados ao ambiente econômico no Brasil e exterior, incluindo taxas de juros, indicadores de inadimplência do mercado, inflação, aumento/redução do consumo.

O processo de tomada de decisões e definição da política de crédito, do Banco Rendimento, garante a sincronização das ações de crédito e a otimização das oportunidades de negócios. Para a concessão de crédito, tanto no varejo como no atacado, as decisões são adotadas através de alçadas que garantem a detalhada observação do risco das operações. 

Para proteger a instituição contra perdas decorrentes de operações de crédito, o Banco Rendimento determina nível de provisões adequado ao risco incorrido em cada operação, através de análises que levam em consideração os aspectos determinantes do risco de crédito do cliente. Observa-se, para cada operação, a avaliação e classificação do cliente/grupo econômico, classificação da operação e condição do atraso da operação.

III - Risco Operacional

É definido como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas ou de eventos externos.

A crescente sofisticação do ambiente de negócios bancários e a evolução da tecnologia tornam mais complexos os perfis de risco das organizações, delineando com mais nitidez esta classe de risco, cujo gerenciamento exige uma estrutura específica, distinta das aplicadas aos riscos de crédito e de mercado.

Em linha com os princípios da Resolução nº. 3.380, de 29/06/2006, do CMN, o Grupo Rendimento definiu uma política de gerenciamento do risco operacional, aprovada pelo Comitê de Risco, constituída por um conjunto de princípios, procedimentos e instrumentos que proporcionam uma permanente adequação desse gerenciamento à natureza e complexidade dos produtos, serviços, atividades, processos e sistemas.

A estrutura formalizada na política prevê os procedimentos para identificação, avaliação, monitoramento, controle, mitigação e comunicações relacionadas ao risco operacional, e dos papéis e responsabilidades das áreas que participam dessa estrutura.

A estrutura organizacional definida e constituída para gestão do risco operacional está contemplada no Normativo Interno do Grupo Rendimento, segregada nos seguintes níveis hierárquicos: gestores (officers), sub-gestores (sub-officers) e gestores locais (local officers), com a finalidade de descentralizar a gestão e cadastramento das ocorrências, bem como obter, de forma precisa, as informações de possíveis perdas, as quais podem estar evidenciadas no balancete mensal contábil.

IV - Risco de Liquidez

É o risco da instituição não possuir recursos líquidos suficientes para honrar seus compromissos financeiros, em decorrência de descasamento de prazo ou de volume entre os recebimentos e pagamentos previstos.

Em conformidade com a Resolução 4.090/12, do CMN, e como parte dos controles diários, são estabelecidos limites de caixa mínimos e de concentração de passivos, os quais permitem que ações prévias sejam tomadas para garantir um caixa confortável.

Com base nesses controles são observados os fluxos ativos e passivos, através de modelo interno, estabelecido em política, que visa identificar o grau de alavancagem de crédito, pelo Patrimônio de Referência, e estabelecer a margem ou insuficiência de liquidez.

V – Estrutura de Gerenciamento de Capital

De acordo com a Resolução 3.988, do CMN, o Grupo Rendimento mantém estrutura para avaliação e monitoramento do capital regulamentar necessário para a cobertura de riscos, inclusive, realiza a projeção do índice de Basileia para períodos trienais, com a previsão de fontes para manutenção do nível de capital em patamares confortáveis, acima do mínimo exigido pelas autoridades regulatórias.   Toda a estratégia da organização está registrada no Plano Trienal de Capital aprovado pela diretoria, o qual é submetido a processo anual de revisão.

 

Para informações adicionais, favor contatar a Área de Gestão de Risco, Compliance & PLD do Grupo Rendimento. 

Endereço: 

Avenida das Nações Unidas, 8.501 – 10º andar
São Paulo – SP – CEP: 05425-070
 
 
Diretoria de Riscos, Compliance & PLD

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